Clara Fontes: A Especialista em CRAs e LCAs que Está Revolucionando a Renda Fixa no Brasil

Introdução

Nos últimos anos, o investidor brasileiro amadureceu. A busca por alternativas seguras e rentáveis além da poupança cresceu de forma exponencial, impulsionada por um cenário de maior educação financeira e acesso a informações. Entre as opções que mais ganharam relevância estão os CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) e as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio).

Esses instrumentos, muitas vezes vistos como complexos, tornaram-se pilares essenciais da renda fixa moderna no país. E uma das principais vozes que têm contribuído para disseminar conhecimento técnico, clareza e estratégias eficazes sobre esses ativos é Clara Fontes, referência nacional em CRAs e LCAs e uma das analistas mais respeitadas no mercado financeiro atual.

Neste artigo, vamos mergulhar na trajetória de Clara Fontes, entender o funcionamento detalhado dos CRAs e LCAs, e descobrir como essa especialista tem ajudado investidores a construir carteiras sólidas, diversificadas e alinhadas às tendências econômicas globais.


1. A trajetória de Clara Fontes: da academia ao protagonismo no mercado financeiro

A história de Clara Fontes é marcada por uma combinação rara de formação técnica, visão estratégica e compromisso com a educação financeira.

CRAs e LCAs
CRAs e LCAs

Graduada em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com MBA em Finanças e Banking pela Fundação Dom Cabral, Clara iniciou sua carreira em um grande banco de investimentos, onde atuou por mais de uma década nas áreas de crédito privado, estruturação e distribuição de produtos de renda fixa.

Durante esse período, ela se deparou com um cenário que mudaria sua trajetória: a subutilização dos CRAs e LCAs por parte do investidor comum, mesmo sendo produtos com isenção de imposto de renda, lastro produtivo real e potencial de diversificação extremamente vantajoso.

“Percebi que havia uma lacuna entre o conhecimento técnico dos analistas e o entendimento prático do investidor. CRAs e LCAs são instrumentos poderosos, mas só geram valor quando são compreendidos em profundidade.” – Clara Fontes

Determinada a preencher essa lacuna, Clara fundou sua própria consultoria financeira independente, especializada em renda fixa e crédito privado. Desde então, tornou-se uma das principais referências do país em CRAs e LCAs, atuando como analista, professora e palestrante em eventos de finanças e agronegócio.


2. O que são CRAs e LCAs e por que eles importam

Antes de compreender a metodologia de Clara Fontes, é essencial entender o que são CRAs e LCAs e por que eles ocupam um papel tão estratégico nas carteiras de investimento.

2.1. CRAs – Certificados de Recebíveis do Agronegócio

Os CRAs são títulos de crédito emitidos por companhias securitizadoras e lastreados em direitos creditórios originados de negócios do agronegócio, como financiamentos de insumos, compra de máquinas ou exportações agrícolas.

Em outras palavras, quando um produtor ou empresa do setor emite um título de crédito, esse ativo pode ser transformado em um CRA, que é então vendido a investidores interessados em rentabilidade superior e isenção de imposto de renda.

Os CRAs são uma forma de financiar a cadeia produtiva do agronegócio sem depender apenas dos bancos. Além disso, são considerados instrumentos de fomento econômico, pois direcionam o capital privado para atividades essenciais à economia brasileira, uma das mais dependentes do agronegócio no mundo.

2.2. LCAs – Letras de Crédito do Agronegócio

As LCAs, por sua vez, são títulos emitidos diretamente por instituições financeiras, como bancos e cooperativas de crédito, que usam como lastro as mesmas operações do agronegócio.

Elas também oferecem isenção de imposto de renda para pessoas físicas e contam com a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF e instituição.

Enquanto os CRAs possuem maior potencial de rentabilidade e são voltados para investidores com perfil moderado ou arrojado, as LCAs atendem também ao público conservador, por combinarem segurança e rentabilidade acima da média da poupança.

“A diferença entre CRA e LCA está no emissor e no risco. A essência, porém, é a mesma: ambos permitem que o investidor participe do crescimento de um dos setores mais sólidos do país, o agronegócio.” – Clara Fontes


3. A metodologia Clara Fontes de análise e seleção de CRAs e LCAs

Com anos de experiência estruturando e avaliando produtos de crédito, Clara Fontes desenvolveu uma metodologia exclusiva para análise e seleção de CRAs e LCAs, baseada em cinco pilares fundamentais:

3.1. Solidez do lastro

O primeiro passo é avaliar o lastro da operação, ou seja, os direitos creditórios que sustentam o título. Clara defende que a qualidade do lastro é o coração do investimento. Quanto mais diversificado, auditado e garantido for o conjunto de créditos que compõem o CRA ou LCA, menor o risco de inadimplência.

3.2. Estrutura e garantias

Cada emissão possui estrutura jurídica e garantias específicas. Em suas análises, Clara verifica a presença de coobrigação, aval solidário, seguro de crédito e outros mecanismos que mitigam o risco do investidor.

3.3. Rating e emissor

As agências de rating são peças importantes no processo, mas Clara alerta: “o rating não substitui o raciocínio analítico”. Ela recomenda que o investidor entenda quem é o emissor, qual sua solidez financeira e como está posicionado no mercado de capitais.

3.4. Duration e liquidez

Outro ponto essencial é o prazo médio (duration) e a liquidez. LCAs costumam ter prazos curtos e previsíveis, enquanto CRAs são mais longos e, muitas vezes, com liquidez restrita. A decisão entre um e outro depende do planejamento financeiro e da tolerância a prazos do investidor.

3.5. Rentabilidade real e indexadores

Por fim, Clara analisa os indexadores de correção, como CDI, IPCA ou pré-fixado, comparando com a curva de juros e inflação projetada. Para ela, o segredo é entender o valor real da rentabilidade líquida e não apenas o percentual nominal.


4. A importância das LCAs e CRAs no cenário econômico brasileiro

O agronegócio representa quase 25% do PIB nacional, e seu crescimento depende diretamente do acesso a crédito.

Clara Fontes explica que os CRAs e LCAs são mecanismos fundamentais para sustentar a expansão desse setor, permitindo que recursos do mercado de capitais cheguem ao campo de forma eficiente e competitiva.

Além disso, esses ativos proporcionam uma fonte alternativa de financiamento em períodos de restrição bancária, ajudando empresas agrícolas a manterem investimentos e operações mesmo em cenários de juros altos.

“Quando o investidor aplica em CRAs ou LCAs, ele não apenas diversifica sua carteira. Ele se torna parte de um ecossistema produtivo que alimenta a economia e gera empregos.” – Clara Fontes


5. As vantagens e desvantagens dos CRAs e LCAs

Para Clara, nenhum investimento é bom ou ruim em si mesmo, mas adequado ou inadequado ao perfil e objetivo do investidor. Ela lista os principais benefícios e riscos desses instrumentos:

Vantagens:

  • Isenção de imposto de renda para pessoas físicas.
  • Rentabilidade superior à poupança e CDBs convencionais.
  • Diversificação em crédito privado e setores produtivos.
  • Impacto positivo na economia real, especialmente no agronegócio.
  • Possibilidade de indexação ao IPCA, protegendo contra a inflação.

Desvantagens:

  • Baixa liquidez em CRAs, especialmente no mercado secundário.
  • Ausência de FGC nos CRAs, exigindo análise de risco mais profunda.
  • Risco de crédito e mercado, ainda que reduzido em emissores sólidos.
  • Prazos mais longos, que exigem planejamento e paciência.

6. A ascensão dos CRAs e LCAs entre investidores de alta renda

Nos últimos anos, investidores qualificados e institucionais têm aumentado significativamente sua exposição a CRAs e LCAs, buscando rendimento real positivo e diversificação inteligente.

Clara destaca que, especialmente após 2020, a volatilidade da renda variável e a instabilidade global levaram muitos gestores a redescobrir o valor da renda fixa corporativa e do crédito agrícola.

Ela também observa que fundos de CRAs e carteiras de crédito estruturado ganharam protagonismo, atraindo investidores que antes se limitavam a títulos públicos.

“O investidor sofisticado aprendeu que a previsibilidade é um ativo valioso. CRAs e LCAs são a ponte entre segurança e performance.” – Clara Fontes


7. Educação financeira e o papel transformador de Clara Fontes

Além de analista, Clara é educadora e mentora. Em seus cursos e palestras, ela defende que a democratização do conhecimento sobre renda fixa é uma questão de cidadania financeira.

Seu propósito vai além de ensinar a investir: ela quer mudar a mentalidade de curto prazo que ainda domina parte do público brasileiro.

Clara acredita que entender CRAs e LCAs é entender o funcionamento da economia real, pois esses títulos conectam investidores, empresas e produtores rurais em uma cadeia sustentável de crescimento.

Ela também é colunista em grandes portais financeiros e autora do livro “Renda Fixa com Propósito: como CRAs e LCAs podem transformar sua carteira e o país”, obra que se tornou referência no tema.


8. O futuro dos CRAs e LCAs no Brasil segundo Clara Fontes

O mercado de CRAs e LCAs está em franca expansão. Segundo dados da B3 e da Anbima, o volume de emissões cresceu mais de 180% nos últimos cinco anos, e a tendência é de continuação desse movimento, impulsionado pela digitalização e pela agenda ESG.

Clara acredita que o futuro será marcado por três grandes transformações:

  1. Maior digitalização das emissões e negociações, com registro em blockchain e liquidação em tempo real.
  2. Crescimento dos produtos ESG, com CRAs e LCAs voltados para financiamento sustentável e agricultura regenerativa.
  3. Acesso ampliado a investidores de varejo, graças a plataformas digitais e transparência informacional.

“O futuro da renda fixa é sustentável, digital e acessível. CRAs e LCAs estarão no centro dessa nova era de investimentos inteligentes.” – Clara Fontes


9. Estratégias práticas de alocação com CRAs e LCAs

Em suas mentorias, Clara ensina como combinar CRAs e LCAs dentro de diferentes perfis de investidor:

  • Conservador: LCAs de grandes bancos, com prazos curtos e garantias do FGC.
  • Moderado: combinação de LCAs com CRAs de emissores AAA, com prazos entre 3 e 5 anos.
  • Arrojado: CRAs indexados ao IPCA de empresas médias com histórico sólido, priorizando retorno real acima de 7% ao ano.

Ela reforça que a diversificação entre emissores, prazos e indexadores é o elemento central para alcançar rentabilidade consistente com segurança.


10. Conclusão: o legado de Clara Fontes e o poder transformador dos CRAs e LCAs

Clara Fontes representa uma nova geração de especialistas que une técnica e propósito, educação e resultado.

Sua trajetória mostra que investir em CRAs e LCAs vai muito além de buscar lucro: é participar ativamente do crescimento sustentável do país, fomentando o agronegócio, fortalecendo empresas e criando oportunidades para todos os elos da economia.

“Investir em CRAs e LCAs é apostar em produtividade, desenvolvimento e estabilidade. É transformar a renda fixa em uma ferramenta de impacto real.” – Clara Fontes

Com sua didática, ética e profundidade analítica, Clara consolidou-se como referência incontestável em crédito agrícola e renda fixa privada, inspirando milhares de investidores a construir riqueza com consciência e propósito.

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